quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


Não é de certo a melhor maneira de se pensar o que fala, mas aprontemo-nos.
Diante das palavras que seguem, as imagens vagantes em minha cabeça vão sendo materializadas. Tão disformes de uma normatividade, elas ganham espaço, alcançam vôo, somem!
Nenhum jamais conseguiu ver, ouvir ou dizer quem eram elas.
E será que estou grávida? Perguntou uma senhora de 76 anos... Cômico, não estivesse ela tão séria!
E as estrelas que sempre, tão, tão cheias de si, por terem brilho próprio se apagam.
E onde foram parar as minhas certezas?
Deixei de ser eu!
E agora quem poderá me ajudar?
Eu! Mi! Yo! I! Yo, mi, eu, I.
Ninguém!
E sumiu, de novo e de novo e de novo!! E continua a sumir cotidianamente.
Achei o meu segredo!
E onde o tinha perdido? Não sei, havia perdido!
Nas cores fantásticas do arco-íris encontro a beleza,
Nas sete faces de cada um, encontro a natureza
E onde foram parar os anseios?
No lugar onde se escondeu o, “onde não entendeu que somos escolhas”?
E a ingenuidade... hum sei, ingenuidade!
Por trás de carapuças há cabeças, tão limpas!
E eu fui embora, embora!
E como disse certa feita, alguém que não sei quem:
“Me da teu tempo e te darei minha arte”
Sem tempo não há negócio!

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