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Postagens

A fuga da matrix e e a posição no mundo dos pós-flúidos.

A algum tempo, de fato, não faço como inicio agora. A muito não sento com o intuito de escrever. No tocante as últimas postagens, não passaram de momentos em que estava na rua e teci comentários sobre algumas observações não sistematizadas sobre algum ponto, ou coisa do tipo.  O que me proponho a fazer agora, difere desse tipo de escrita no que se refere a tentativa de sistematização do pensamento, não de maneira aleatória, mas dialogada com as leituras de mundo e análises que trago em toda formação acadêmica e pessoal, mesmo que a reflexão não tenha teor acadêmico algum.
Hoje tento retomar de forma assídua meu projeto de escrita, talvez apenas como meio de pôr para fora mesmo, ou apenas achar que é possível me expressar e sistematizar minhas ideias. Não há maiores pretensões aqui, como em outros momentos a ilusão de ser alguém lido tomasse conta da mente desse sujeito que, no auge de seus 16-18 aninhos pensava em como seria legal se todos o vissem. Não que seja velho, mas orgulho-me…
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Tipo, você fica pensando!

Aí  parece que o tempo vai dar conta de tirar de sua cabeça aquela sensação  ruim, aquela sensação  de que seu parceiro é  melhor ou satisfaz as vontades dos outros mas é  incapaz de se dedicar a lhe satisfazer.
Ledo engano. O tempo não  cura a memória. O tempo não  sara  as feridas que a memória  faz questão  de que permaneçam  vivas.
É  bem isso. Aínda  estou aqui, a espera tanto dos olhares de cuidado, delicadeza e vontade de cuidar dele. Mas ele insiste em ser grosseria pura. Não  compreende que existem coisas entre casais que precisam ser conversados, ele sempre estoura quando ouço determinados assuntos. Eu sou diálogo  ele irritação.  O pior é  quando tenta colocar sobre mim a responsabilidade pela desgraça  que, ele acha que é  a vida dele. Eu tenho convicção de que sou responsável  por mim, e que quem está  comigo está  porque quer. Graças  a Deus hoje não  me permito cair nessas armadilhas psicológicas.

O forjar de personalidades.

Já  reparou o quanto é  recorrente o forjar de uma pseudo personalidade quando a intenção é  impressionar o outro? Estou aqui a observar como é possível  se criar anseios que diferem totalmente do que se é apenas para criar imagens distorcidas daquilo que se é.  Bem, não  faz parte de mim criar personagens para satisfazer ou tentar me aproximar de quem quer que seja, mas observo.  E aqui, neste momento observo como sujeitos reinventam-se em paseudo-realidades com anseios nunca antes manifestos apenas para parecer. Isso me é  estranho e ao mesmo tempo me soa engraçado.
Não  estou aqui para julgar o teor desse tipo de comportamento, mas me soa plástico, falso. Talvez me soe estranho por não  ser de minha personalidade agir dessa maneira, no entanto essa forma de ser me surge com muito mais recorrência  do que gostaria. Nesse sentido me ponho a pensar sobre a plasticidade que tem sido parte integrante das formas de convívio  social mais recente. Me parece que nossa era é  única e exclusi…

CONTRA OS FALATÓRIOS DE CORREDORES E A DISSEMINAÇÃO DE UMA IMAGEM DISSOCIADA. (Por Alisson Nogueira)

Os últimos tempos se mostraram bastante conturbados. Estamos envoltos em grandes discussões de ordem metodológica que deveriam permear o campo da práxis, no entanto nos deparamos com argumentos que distorcem a realidade. Tento sinceramente compreender em que consiste esta organização desenfreada que se materializa em disputas personalizadas. Cuidado redobrado! A opinião pública é colocada em contestação e, aparentemente, os regimes autoritários voltam à ação.  Preocupamo-nos diariamente com os nossos problemas reais que destoam do imaginário coletivo de grande parte dos que compõem o cenário acadêmico subalternizador.  Perguntamo-nos qual o sentido de estudar a história das classes e dos meios de coerção se passamos a compor um grupo que ocupa o papel de objetos coercitivos? Em que luta estamos “embrenhados”? A cúpula que se formou estruturam o novo manual de conduta, o AI meu Deus, e onde nós estamos de fato? Cuidado você não é livre para pensar, sua fala é cerceada em prol de algo…
Não é de certo a melhor maneira de se pensar o que fala, mas aprontemo-nos. Diante das palavras que seguem, as imagens vagantes em minha cabeça vão sendo materializadas. Tão disformes de uma normatividade, elas ganham espaço, alcançam vôo, somem! Nenhum jamais conseguiu ver, ouvir ou dizer quem eram elas. E será que estou grávida? Perguntou uma senhora de 76 anos... Cômico, não estivesse ela tão séria! E as estrelas que sempre, tão, tão cheias de si, por terem brilho próprio se apagam. E onde foram parar as minhas certezas? Deixei de ser eu! E agora quem poderá me ajudar? Eu! Mi! Yo! I! Yo, mi, eu, I. Ninguém! E sumiu, de novo e de novo e de novo!! E continua a sumir cotidianamente. Achei o meu segredo! E onde o tinha perdido? Não sei, havia perdido! Nas cores fantásticas do arco-íris encontro a beleza, Nas sete faces de cada um, encontro a natureza E onde foram parar os anseios? No lugar onde se escondeu o, “onde não entendeu que somos escolhas”? E a ingenuidade... hum sei, ingenuid…

Ensaiando uma intervenção!!!

Me digam senhores. Verdadeiramente, digam-me o que querem esses homens, digam-me o que querem. Quem são?  Agentes de segurança de inteligência nacional. Ou... Ou. Problemas a vista imagino. Agencia de segurança de inteligência nacional? Nunca houvi falar. O que eles querem? Saber de segredos? Mas que segredos? Eu sou um livro aberto. As vezes os nossos segredos residem na abertura que damos ao mundo. Eu não sei qual a abertura você dá, mas a que eu dou não da motivo nenhum para esses agentes aparecerem por aqui. Na realidade, não é segredo nenhum a minha abertura. Que segredos você tem! Nossa, não sabia que eram tão profundos. Eu já lhe disse que não é segredo nenhum, logo não são razoes para a convocação desses agentes. Sim senhor, mas talvez não seja esse o motivo pelo qual eles estão aqui. E seria pela abertura de quem? Deve ser um abertura escondida, nesse mundo está cheio de aberturas incubadas que se prendem das maravilhas do escancaramento. Senhor, do que o senhor está faland…