Já reparou o quanto é recorrente o forjar de uma pseudo personalidade quando a intenção é impressionar o outro? Estou aqui a observar como é possível se criar anseios que diferem totalmente do que se é apenas para criar imagens distorcidas daquilo que se é. Bem, não faz parte de mim criar personagens para satisfazer ou tentar me aproximar de quem quer que seja, mas observo. E aqui, neste momento observo como sujeitos reinventam-se em paseudo-realidades com anseios nunca antes manifestos apenas para parecer. Isso me é estranho e ao mesmo tempo me soa engraçado. Não estou aqui para julgar o teor desse tipo de comportamento, mas me soa plástico, falso. Talvez me soe estranho por não ser de minha personalidade agir dessa maneira, no entanto essa forma de ser me surge com muito mais recorrência do que gostaria. Nesse sentido me ponho a pensar sobre a plasticidade que tem sido parte integrante das formas de convívio soci...
É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida. (Bob Marley)